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Equinos - Raça Garrano


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Demografia (2017)
  • 2191 Fêmeas inscritas no LG (1603 ♀ em linha pura)
  • 213 Machos
  • 534 Criadores

Sistema de Exploração (Leite, 2012)
  • Os Garranos incorporam-se aos grupos serranos e a sua grande maioria é criada em regime livre, nas serras do norte de Portugal. Actualmente a raça Garrana é explorada no sentido de satisfazer necessidades lúdicas do utilizador moderno.
  • À excepção de alguns animais estabulados, a maioria vive em grupos ferais de dimensão variável (entre 10 e 50 indivíduos), com uma média de 20 éguas e 1 garanhão, nas serras do Minho como são o caso da Cabreira ou Gerês.
  • Uma vez por ano os animais ferais são reunidos para separação dos jovens poldros e posterior venda. A beneficiação decorre em liberdade com o garanhão e o seu respectivo harém. Um dos principais problemas deste regime de exploração em liberdade, semi-se
  • Os animais estabulados dão apoio à lavoura tradicional ou participam em corridas de passo travado ou galope.
  • Existem alguns postos de cobrição natural para os animais estabulados mas com pouco expressão.

Distribuição Geográfica

Caracteres Morfológicos
  • Cabeça – fina, mais curta que comprida nas fêmeas, sendo mais volumosa nos machos, chanfro largo, perfil recto ou côncavo, as ganachas são fortes e musculosas, especialmente nos garanhões;
  • Pescoço – curto, espesso, com o bordo superior recto;
  • Garrote – baixo, mas com tronco de costado levemente arqueado e costelas chatas e verticais, dorso recto e rins curtos e largos;
  • Garupa – quadrada e sensivelmente horizontal;
  • Cauda – de inserção baixa, com sabugo grosso e longo, comprida e muito abundante;

Caracteres Morfométricos


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